Ensino Médio

Nesta etapa, priorizamos a preparação do estudante para a vivência universitária e para seu ingresso no mundo do trabalho. Conteúdos complexos devem ser articulados com sofisticação. Para isso, os alunos devem demonstrar o domínio das habilidades analíticas e argumentativas.

Estratégias que potencializam o estudo

O bom desempenho no Ensino Médio demanda organização, disciplina e o domínio de técnicas de estudo eficazes e por isso, utilizamos o material do Sistema de Ensino do Poliedro.  Planos de estudo personalizados, monitorias semanais e o acesso a uma equipe experiente de professores são algumas das estratégias à disposição de nossos alunos.

Produção acadêmica

Para muitos jovens, a experiência da produção de conhecimento e da investigação científica ocorre, pela primeira vez, na universidade. No “Discere Laboratum”, acreditamos que o desenvolvimento dessa competência começa no Ensino Médio. Por isso, além de aplicar as modalidades tradicionais de avaliação, nossos professores cobram também a elaboração de relatórios, banners científicos e monografias.

SuperAção

Durante o segundo semestre da 3ª série, os alunos participam de revisão completa do conteúdo cobrado nos vestibulares das principais faculdades brasileiras. Ministrado por professores com ampla experiência, o curso inclui ainda simulados, plantões de dúvidas, aulas sobre atualidades, entre outras atividades criadas para garantir a melhor preparação para os exames.

O currículo do novo ensino médio será norteado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), obrigatória e comum a todas as escolas (da educação infantil ao ensino médio). A BNCC definirá as competências e conhecimentos essenciais que deverão ser oferecidos a todos os estudantes na parte comum (1.800 horas), abrangendo as 4 áreas do conhecimento e todos os componentes curriculares do ensino médio definidos na LDB e nas diretrizes curriculares nacionais de educação básica. Por exemplo, a área de ciências humanas compreende história, geografia, sociologia e filosofia. As disciplinas obrigatórias nos 3 anos de ensino médio serão língua portuguesa e matemática. O restante do tempo será dedicado ao aprofundamento acadêmico nas áreas eletivas ou a cursos técnicos, a seguir: I – linguagens e suas tecnologias; II – matemática e suas tecnologias; III – ciências da natureza e suas tecnologias; IV – ciências humanas e sociais aplicadas; V – formação técnica e profissional. Cada estado e o Distrito Federal organizarão os seus currículos considerando a BNCC e as demandas dos jovens, que terão maiores chances de fazer suas escolhas e construir seu projeto de vida.

A formação técnica e profissional será mais uma alternativa para o aluno. Hoje, se o jovem quiser cursar uma formação técnica de nível médio, ele precisa cursar 2400 horas do ensino médio regular e mais 1200 horas do técnico. O novo ensino médio permitirá que o jovem opte por uma formação técnica profissional dentro da carga horária do ensino médio regular desde que ele continue cursando Português e Matemática até o final. E, ao final dos três anos, ele terá um diploma do ensino médio e um certificado do ensino técnico.

A proposta prevê que serão obrigatórios os estudos e práticas de filosofia, sociologia, educação física e artes no ensino médio. Língua portuguesa e matemática são disciplinas obrigatórias nos três anos de ensino médio independente da área de aprofundamento que o estudante escolher.

Anteriormente, a LDB não trazia a língua inglesa como estudo obrigatório. A reforma torna o inglês obrigatório desde o 6º ano do ensino fundamental e no ensino médio. Os sistemas de ensino poderão ofertar outras línguas estrangeiras se assim desejarem, preferencialmente o espanhol. A língua inglesa é a mais disseminada e a mais ensinada no mundo inteiro.

A implantação do novo ensino médio não deverá acontecer até 2018, pelo menos, já que o mesmo depende da aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que estabelecerá as competências, os objetivos de aprendizagem e os conhecimentos necessários para a formação geral do aluno. A previsão é que, até meados de 2017, a BNCC para o ensino médio seja encaminhada ao Conselho Nacional de Educação, que terá de aprová-la para depois ser homologada pelo MEC. Só depois disso, o novo ensino médio poderá ser implementado.

Fonte: Portal do MEC